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| Pedras agem como uma ginástica vascular, criando respostas sedativas e reenergizadoras |
Elas
já faziam sucesso nos tempos de Cleópatra, mas seu uso foi modernizado e
regularizado somente há oito anos, inicialmente na Europa e nos Estados Unidos,
e depois no Brasil. Trata-se da Terapia
das Pedras Quentes, uma técnica elaborada a partir de manobras herdadas da
massagem sueca e do shiatsu, somadas às teorias de moxa – a técnica oriental
que usa a termoterapia para curar –, e aos conhecimentos de Geoterapia e
Massoterapia. “Aplicando no corpo as pedras frias ou quentes, conseguimos obter
uma sinergia, reações fisiológicas e orgânicas que promovem grande bem-estar”,
garante a fisioterapeuta dermato-funcional Lillian
Rissardo. Segundo ela, a terapia é uma das mais procuradas atualmente na
clínica Shyrley Ciconha Estética.
As
pedras utilizadas são vulcânicas, plutônicas e sedimentares que trazem herança
energética de milhões, às vezes bilhões de anos. Os tamanhos e formatos são
escolhidos de acordo com o local da aplicação. “Aproveitamos os formatos das
pedras para que o encaixe seja o melhor possível no corpo. Elas agem como uma
ginástica vascular no sistema circulatório, criando respostas sedativas e
reenergizadoras”, explica a fisioterapeuta.
Aliás,
extremamente sedativas. Ao final das sessões, que chegam a durar uma hora, os pacientes
ficam tão relaxados, que adormecem. "É o relaxamento total. Por isso a
técnica é tão utilizada para quem sofre com os efeitos do estresse", diz
Lillian.
Além
disso, a energia gerada quando as pedras quentes são friccionadas no corpo,
chamada de piezoelétrica, diminui inflamações, melhora a regeneração celular e
a circulação linfática. As pedras auxiliam ainda na restauração do equilíbrio.

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